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A Pink Floyd Tribute Band foi especialmente formada para o projeto
Nas principais cidades do mundo aconteceram shows comemorativos dos 40
anos do
lançamento do álbum The Dark Side of The Moon, o maior sucesso
da banda inglesa
Pink Floyd. E a revista Caminhos Gerais, em parceria
com a Rádio Educadora FM,
o jornal DIÁRIO DO AÇO e a TV Uni, decidiu
replicar a homenagem no Vale do Aço,
promovendo, em Coronel Fabriciano,
um grande show da banda cover “Dark Side Pink
Floyd Tribute Band”. O
evento será nesta sexta-feira (19), na Praça da Estação, às 22h
em
ponto. Aliás, esta será uma das marcas do show, que iniciará sem
atraso.
Pink Floyd Tribute Band”
“Fazer esse espetáculo é fomentar um sonho de criança. Sempre ouvi Pink
Floyd e
sonhava tocar aquele som um dia.” O depoimento é de Júlio
Falcão, um dos integrantes
da banda Dark Side, que se propõe a resgatar o
trabalho de vanguarda desenvolvido pelo
grupo britânico nos anos 70.
Com o show “Tributo a Pink Floyd: uma homenagem ao
rock”, a banda
apresenta-se em casas de espetáculos, teatros, centros culturais e
eventos.
Composta por Júlio Falcão (vocal e baixo), Henrique Marlière (guitarra e
violão), Átila
Carvalho (bateria) e Rodrigo de Paula (teclado), a banda
revive os grandes clássicos
do grupo de rock inglês que ainda hoje é
referência no segmento para milhares de
pessoas ao redor do mundo. O
show envolve projeção, iluminação especial e muita
música, dando ao
público a oportunidade de relembrar canções que fizeram história no
cenário do rock mundial. “Sentimos um carinho enorme do público e isso
nos motiva
a fazer novos shows. É uma forma de dar um ‘bis’ a quem já
assistiu e matar a curiosidade
dos que ainda não assistiram”, comentou
Júlio Falcão.
O repertório
Apresentando ao público um repertório diversificado, Júlio Falcão diz
que no processo
de seleção das músicas para os shows cada integrante
sugere algo, adicionando e
analisando uma música ou outra que gostaria
de tocar. “A fórmula para fazer isso é sermos
generosos, aceitando as
opiniões de cada um e agregando-as ao trabalho. Posso dizer
que cada um
da banda tem uma música especial que faz questão de tocar sempre.
Mesclamos algumas do álbum “The Wall” e pegamos o essencial da coletânea
“Pulse”.
Acreditamos ter montado algo bem sólido e um resumo enxuto com
as canções que
marcaram cada fase da banda”, contou o vocalista.
A banda Dark Side sempre impressiona. “Quem vai ao show é surpreendido
por canções
memoráveis, executadas de uma forma bem particular, mas sem
fugir ao brilhantismo
original. Acho que todo mundo vai ficar com
vontade de assistir ao show de novo”,
brinca o baterista Átila Carvalho.
O tecladista Rodrigo de Paula conheceu a banda Pink Floyd no álbum “The
Wall”, mas
se apaixonou definitivamente pelo trabalho do grupo quando
ouviu The Dark Side of The
Moon. “A sonoridade complexa misturada a
arranjos simples me atraíram para o
rock progressivo, e um dos maiores
responsáveis por minha opção instrumental é o
compositor e tecladista
Richard Wright”, contou Rodrigo de Paula.
A experiência do vocalista foi um pouco diferente. “Eu tinha uma fita
VHS gravada em
E.P. de qualidade não muito boa, com seis horas de
duração, que tinha o filme ‘The Wall’,
depois ‘The Wall Live Berlim’ e
‘Pulse’. Acho que ninguém viu isso mais vezes que eu.
Foi meu primeiro
contato com uma música que julgo ser de qualidade fantástica.
Mais
tarde, me tornei músico profissional e senti a vontade de fazer um
trabalho que
homenageasse meus ídolos e me realizasse pessoalmente”,
relembrou Falcão.
O disco “Dark Side of The Moon”
The Dark Side of the Moon é o oitavo álbum de estúdio da banda
britânica de rock
progressivo Pink Floyd, lançado em 24 de março de
1973. O disco marca uma
nova fase no som da banda, com letras muito mais
pessoais e instrumentais
menores, contendo alguns dos mais complicados
usos dos instrumentos e efeitos
sonoros existentes naquela época.
O disco foi um sucesso imediato, chegando ao topo da Billboard 200 nos
Estados
Unidos, com mais de oitocentas e três aparições na parada desde
então, tendo
vendido mais de quinze milhões de cópias e estando na lista
dos álbuns mais vendidos
da história no país, também no Reino Unido e
na França, com um total de cinquenta
milhões de cópias comercializadas
mundialmente até hoje. A obra também recebeu
aprovação total dos fãs e
aclamação da crítica especializada, sendo considerado até
hoje um dos
mais importantes álbuns de rock de todos os tempos.
Fonte:
Diário do Aço